Março 2025

Geral

Copom se reúne nesta terça-feira: ‘a questão é saber o que vem depois’

Míriam Leitão destaca algumas expectativas para a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) que acontece nesta quarta-feira (19). Espera-se um aumento da taxa básica de juros para 14,25% ao ano, o nível mais alto desde 2016. A decisão já havia sido previamente antecipada após a reunião de dezembro, quando foi revelado um plano de três aumentos consecutivos de 1 ponto percentual. Contudo, o grande ponto de interrogação para o mercado é o que ocorrerá a seguir.

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Copom se reúne nesta terça-feira: ‘a questão é saber o que vem depois’

Míriam Leitão destaca algumas expectativas para a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) que acontece nesta quarta-feira (19). Espera-se um aumento da taxa básica de juros para 14,25% ao ano, o nível mais alto desde 2016. A decisão já havia sido previamente antecipada após a reunião de dezembro, quando foi revelado um plano de três aumentos consecutivos de 1 ponto percentual. Contudo, o grande ponto de interrogação para o mercado é o que ocorrerá a seguir.

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‘Congresso vai aprovar aumento da isenção e propor medidas ao governo de corte de gasto’

Merval Pereira faz uma análise de como deve se comportar o Congresso na tramitação do projeto de lei que muda o Imposto de Renda no país. ‘O que o Congresso vai fazer é aprovar esse aumento da isenção e propor medidas ao governo de corte de gasto, mas não vai colocar na balança os R$ 50 bilhões das emendas deles’. Comentarista destaca que será uma luta intensa sobre quem vai pagar essa diferença. ‘Ninguém quer cortar nada do seu’. Merval prevê uma crise fiscal para 2026, ano de eleição.

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‘Congresso vai aprovar aumento da isenção e propor medidas ao governo de corte de gasto’

Merval Pereira faz uma análise de como deve se comportar o Congresso na tramitação do projeto de lei que muda o Imposto de Renda no país. ‘O que o Congresso vai fazer é aprovar esse aumento da isenção e propor medidas ao governo de corte de gasto, mas não vai colocar na balança os R$ 50 bilhões das emendas deles’. Comentarista destaca que será uma luta intensa sobre quem vai pagar essa diferença. ‘Ninguém quer cortar nada do seu’. Merval prevê uma crise fiscal para 2026, ano de eleição.

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